Agronegócio – Mirante MS Análises, notícias e entrevistas sobre política e economia de Mato Grosso do Sul, com visão crítica e estratégica que ajuda você a entender os principais acontecimentos da região. Tue, 03 Mar 2026 17:29:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://hml.mirantems.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cropped-icone-v1-32x32.png Agronegócio – Mirante MS 32 32 Agro de MS é fruto de incentivo, modernidade e sucesso do homem do campo https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/agro-de-ms-e-fruto-de-incentivo-modernidade-e-sucesso-do-homem-do-campo/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/agro-de-ms-e-fruto-de-incentivo-modernidade-e-sucesso-do-homem-do-campo/#respond Tue, 03 Mar 2026 17:29:07 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3624 Potência e referência nacional, o agronegócio de Mato Grosso do Sul segue em destaque no Brasil, tendo o maior crescimento do país entre os estados em 2025. Este cenário positivo, que está em plena expansão é fruto da capacidade, tecnologia e dedicação do produtor, aliado a uma política estadual de apoio e incentivo ao homem […]

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Potência e referência nacional, o agronegócio de Mato Grosso do Sul segue em destaque no Brasil, tendo o maior crescimento do país entre os estados em 2025. Este cenário positivo, que está em plena expansão é fruto da capacidade, tecnologia e dedicação do produtor, aliado a uma política estadual de apoio e incentivo ao homem do campo.

O que não faltam são exemplos positivos que ajudaram a construir esta história de sucesso no Estado. Na região de Bandeirantes, próximo a MS-245, a Fazenda Cachoeirão começou suas atividades em 1952, 74 anos atrás . Em uma região de Cerrado, a criação de gado era a única alternativa.

“Nesta época que meus pais começaram a criar gado aqui na fazenda, nem existia braquiária. Somente na década de 70 que a Embrapa trouxe (braquiária) e começou a se formar as pastagens. Foi o primeiro grande avanço na pecuária em termos de produção”, contou Nedson Rodrigues, um dos proprietários da fazenda.

Rodrigues contou que a partir de 1991 junto com seu irmão assumiram a administração da fazenda (Cachoeirão) e começaram a intensificar o processo produtivo, no entanto uma grande mudança ocorreu em 2005 quando resolveram também entrar na agricultura, mesmo estando segundo ele, em um solo fraco e arenoso.

“Encaramos este desafio e começamos a integração de agricultura e pecuária. Com todas as tecnologias disponíveis vimos que era possível conseguir fazer uma boa produção de grãos, mesmo em terras mais fracas. Fomos pioneiros aqui na região. Hoje temos uma pecuária bastante intensiva em pastagens de excelente qualidade e uma produção de grãos com ótima performance”.

O produtor cita que na pecuária faz o ciclo completo de cria, recria, cruzamento industrial, com fornecimento e melhoramento de material genético para outros criados, assim como confinamento e abatimento de animais precoces com 14 meses, acima de 20 arrobas. “Ainda promovemos a rotatividade do pasto, para que o gado sempre tenha uma alimentação de qualidade. O filé mignon é a ponta da folha”.

Na agricultura tem a produção de milho, soja e feijão, inclusive com a implantação de irrigação na fazenda, para aumentar a produtividade. Ao todo a fazenda familiar dispõe de 37 funcionários registrados, além dos terceirizados, em uma área de 7,5 mil hectares, com 22% de reserva legal e o restante dividido entre pecuária e grãos.

“É uma gestão bem profissional porque os negócios vão ficar crescendo e se você não se profissionalizar então a gente faz uma gestão bastante profissional. Já investimos também na sucessão familiar onde já temos filhos, sobrinhos também participando de administração, para dar continuação a esse legado”.

Pecuária de Mato Grosso do Sul é destaque nacional

Exemplo de sucesso, Nedson avalia que o agronegócio no Estado está forte, em plena ascensão, com uma diversificação na produção, e uma política públicas bem consolidadas ao setor no Estado.

“Não depende apenas de dois produtos. Tem soja, milho, amendoim, laranja, o Vale da celulose, além da produção de carne. Não devemos pata nenhum estado, somos inclusive referência tanto em genética, como na qualidade da carne. É muito gratificante este reconhecimento. Vejo um futuro promissor, com um agro cada vez mais profissional. Só vejo caminho de crescimento”, garantiu.

Para nova geração diz que o lema deve continuar sendo “trabalho e muito trabalho”, aliado a muita dedicação, informação e tecnologia. “Eles precisam sempre estar se atualizando, olhando para o futuro para continuar este legado tão bonito construído em Mato Grosso do Sul”.

Resultados e incentivos

Mato Grosso do Sul teve o maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do agro em 2025 entre os estados, tendo um aumento de 18,6%, seguido por Mato Grosso (18,5%) e Goiás (13,4%). Estes são dados são disponíveis pela Resenha Regional do Banco do Brasil, que teve sua última atualização em fevereiro deste ano.

Para construir este cenário o Governo do Estado criou uma série de programas de apoio e incentivo ao homem do campo. Entre eles se destacam o Proape (Programa de Apoio à Produção Agropecuária), Precoce MS (incentivo a produção de bovinos de corte de alta qualidade), Leitão Vida (incentivo e fortalecimento a suinocultura), Peixe Vida (apoio a cadeia produtiva da psicultura).

Além do programa “Carne Sustentável”, que incentiva a produção de carne bovina sustentável e orgânica no Pantanal, assim como o Prosolo (Plano Estadual de Manejo e Conservação do Solo e Água). Todos eles liderados e coordenados pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Fazenda Cachoeirão é um dos exemplos de sucesso em MS

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS

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Recuperação de pastagens em MS avança com políticas públicas estruturantes https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/recuperacao-de-pastagens-em-ms-avanca-com-politicas-publicas-estruturantes/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/recuperacao-de-pastagens-em-ms-avanca-com-politicas-publicas-estruturantes/#respond Thu, 05 Feb 2026 20:38:27 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3480 Mato Grosso do Sul tem avançado de forma consistente na recuperação de pastagens degradadas e na consolidação de uma agropecuária mais produtiva, sustentável e alinhada às exigências dos mercados nacional e internacional.Em 2023, Mato Grosso do Sul possuía cerca de 4,7 milhões de hectares de pastagens degradadas passíveis de recuperação, conforme dados do Programa Nacional […]

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Mato Grosso do Sul tem avançado de forma consistente na recuperação de pastagens degradadas e na consolidação de uma agropecuária mais produtiva, sustentável e alinhada às exigências dos mercados nacional e internacional.Em 2023, Mato Grosso do Sul possuía cerca de 4,7 milhões de hectares de pastagens degradadas passíveis de recuperação, conforme dados do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD).

Esse cenário está associado, principalmente, à histórica expansão da pecuária extensiva, caracterizada por baixa taxa de lotação animal, manejo inadequado e ausência de reposição de nutrientes ao solo, fatores agravados pela predominância de solos arenosos e por longos períodos de seca.

Entretanto, relatório recente elaborado pela Coordenadoria de Agricultura da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), com base em dados do MapBiomas, aponta que, nos últimos anos, as áreas de pastagens com baixo vigor apresentaram redução significativa, passando de 6,2 milhões de hectares em 2010 para 2,9 milhões em 2024, uma queda de aproximadamente 52% no Estado.

A redução é atribuída à adoção de novas tecnologias, ao fortalecimento das práticas de conservação do solo e à implementação de sistemas produtivos mais sustentáveis, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que atualmente supera 3,6 milhões de hectares em Mato Grosso do Sul.

Parte dessas áreas ainda está localizada no Pantanal, em regiões de campo nativo inseridas em zonas de uso restrito, consideradas áreas de resguardo ambiental e não passíveis de alteração, conforme a legislação ambiental vigente. Além disso, as análises baseadas em imagens de satélite sofrem influência da sazonalidade, especialmente em períodos de estiagem, o que pode impactar os índices de vegetação e a interpretação dos resultados relacionados ao vigor das pastagens.

Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMADESC), Jaime Verruck, o desafio vem sendo enfrentado com políticas públicas estruturantes e integração entre governo, produtores e setor produtivo.

“Mato Grosso do Sul tem clareza do tamanho do desafio, mas também das oportunidades. A recuperação de pastagens degradadas é estratégica para aumentar a produtividade, reduzir a pressão por abertura de novas áreas e fortalecer uma agropecuária de baixa emissão de carbono. Estamos atuando com planejamento, base técnica e instrumentos financeiros para apoiar o produtor rural nessa transição”, destacou Verruck.

Um destes instrumentos é o Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO) que no ano passado destinou mais de R$ 500 milhões somente em projetos de correção do solo e recuperação de pastagens dentro da modalidade FCO Rural. Na reforma de pastagens foram mais de R$ 180 milhões em 93 cartas consulta, e quase R$ 400 milhões em 170 projetos de correção do solo.

“A melhoria nestes índices está relacionada a adoção de novas tecnologias e investimentos na recuperação das pastagens e correção do solo. Temos políticas públicas e obviamente estamos usando o Fundo Constitucional do Centro-Oeste que tem sido o grande financiador de recuperação de áreas degradadas”, complementou.

Programas estruturantes impulsionam recuperação e produtividade

O Governo do Estado atua de forma integrada por meio de programas como o Plano Estadual de Manejo e Conservação de Solo e Água (PROSOLO), que promove práticas conservacionistas, a recuperação da fertilidade do solo, a restauração de áreas afetadas por processos erosivos e a adequação de estradas vicinais, em parceria com prefeituras e produtores rurais.

O Precoce MS incentiva a produção de carne bovina de alta qualidade, oferecendo bonificações aos produtores que adotam, entre outros itens, práticas de manejo sustentável das pastagens, a diversificação de espécies forrageiras, a reposição adequada de nutrientes e a análise da fertilidade do solo.

Outro eixo estratégico é o Programa Estadual de Irrigação – MS IRRIGA, que incentiva o uso racional da água e a adoção de tecnologias de irrigação sustentáveis, possibilitando a recuperação e a intensificação de áreas agropecuárias, inclusive de pastagens.

O Plano Estadual ABC+ também tem papel central nesse processo, ao estimular a adoção de tecnologias sustentáveis, como sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), plantio direto, uso de bioinsumos, manejo de resíduos e a intensificação sustentável da pecuária, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

“Hoje, Mato Grosso do Sul é referência nacional em sistemas de ILPF, com mais de 3,6 milhões de hectares implantados. Isso mostra que é possível produzir mais, com eficiência, sustentabilidade e segurança ambiental, atendendo às demandas do mercado e da sociedade”, finalizou Jaime Verruck.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc

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Agro Social: Prefeitura lança calendário 2026 da ação https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/agro-social-prefeitura-lanca-calendario-2026-da-acao/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/agro-social-prefeitura-lanca-calendario-2026-da-acao/#respond Fri, 30 Jan 2026 18:09:30 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3418 A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades) reuniu, nesta quinta-feira (29/01), representantes das instituições parceiras da Ação Agro Social para apresentar oficialmente o calendário de atividades de 2026. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população rural de Campo Grande a serviços públicos essenciais, promovendo […]

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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades) reuniu, nesta quinta-feira (29/01), representantes das instituições parceiras da Ação Agro Social para apresentar oficialmente o calendário de atividades de 2026. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população rural de Campo Grande a serviços públicos essenciais, promovendo cidadania, saúde, assistência social e o fortalecimento da agricultura familiar.

A Ação Agro Social leva atendimentos diretamente às comunidades do campo, facilitando o acesso de moradores que enfrentam dificuldades de deslocamento até a área urbana. Além de aproximar o poder público da população rural, o projeto contribui para a melhoria da qualidade de vida, inclusão social e desenvolvimento sustentável. Em 2025, foram realizados mais de 2,5 mil atendimentos, com cerca de 80 tipos de serviços ofertados, beneficiando aproximadamente 3,2 mil pessoas.

Ao destacar a importância da iniciativa, o secretário da Semades, Ademar Silva Junior, ressaltou o impacto social do programa. “A Ação Agro Social é uma política pública que aproxima os serviços da população rural, garantindo dignidade, cidadania e acesso a direitos básicos. Nosso compromisso é fortalecer as parcerias e ampliar o alcance das ações, levando atendimento de qualidade para quem vive e produz no campo”, afirmou.

Na mesma linha, a gerente de Agronegócio e Agricultura Familiar da Semades, Lucilha Almeida, enfatizou o papel estratégico da ação para o desenvolvimento rural e a atuação conjunta das instituições. “Esse trabalho integrado permite atender demandas importantes das comunidades, desde orientações técnicas até serviços essenciais. A presença do poder público, das instituições e entidades fortalece a agricultura familiar, valoriza o produtor rural e contribui diretamente para o desenvolvimento econômico e social dessas regiões. Agradecemos todos os parceiros envolvidos”, destacou.

Calendário da Ação Agro Social – 2026

As ações ocorrerão sempre no período da manhã, das 8h às 13h, conforme o cronograma:

21/03/2026 – Assentamento Três Corações

09/05/2026 – Comunidade Quilombola Chácara Buriti

27/06/2026 – Escola Municipal Agrícola G. A. E. de Figueiredo

22/08/2026 – Escola Municipal Orlandina Oliveira Lima

19/09/2026 – Escola Municipal Agrícola Barão do Rio Branco

07/11/2026 – Assentamento Estrela Campo Grande

Parcerias fortalecem o acesso à cidadania

Durante a apresentação do calendário, representantes das instituições parceiras reforçaram a importância do trabalho integrado. O diretor do Instituto de Identificação de Mato Grosso do Sul, Daniel Ferreira de Freitas, destacou que a ação amplia o acesso à documentação básica. “Essa parceria entre o Instituto de Identificação, a Coordenadoria-Geral de Perícia, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública e a Semades permite levar a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional a moradores que vivem mais distantes da área urbana. O documento é fundamental para o acesso a direitos como benefícios sociais, matrícula escolar, aposentadoria e viagens, além de contar com alto nível de segurança, equivalente ao dos passaportes”, explicou. Ele também orientou que a população leve certidões originais de nascimento ou casamento para garantir o atendimento.

Representando o Senar/MS, o assessor técnico dos Programas de Saúde, Lucas Corrêa, destacou que a parceria tem ampliado o acesso dos pequenos produtores à capacitação e à tecnologia. “A participação do Senar na Ação Agro Social permitiu levar oficinas, como as de uso de drones, além de apresentar cursos e programas voltados à agricultura familiar”. Segundo ele, a atuação da Assistência Técnica e Gerencial tem sido um diferencial. “Esse trabalho contribui para uma gestão mais estratégica da produção, auxiliando no crescimento das famílias e no desenvolvimento socioeconômico das comunidades rurais. Com o calendário definido, conseguiremos ofertar ainda mais serviços”, afirmou.

Já a gerente do Cadastro Único e coordenadora do Programa Bolsa Família na Secretaria Municipal de Assistência Social, Mayara Almeida da Silva Ferreira, ressaltou o alcance das políticas públicas por meio da ação. “Essa parceria é fundamental, pois atendemos um público que, muitas vezes, é de difícil acesso. A iniciativa facilita o atendimento das famílias, torna nosso trabalho mais eficiente e amplia o acesso às políticas públicas. É muito gratificante saber que continuaremos juntos neste ano”, declarou.

Na área da saúde, a agente da Secretaria Municipal de Saúde, Bruna Carolina de Oliveira, reforçou os benefícios da ação para a população rural. “Essa parceria nos permite atender pessoas que, devido à rotina de trabalho no agro, muitas vezes não conseguem acessar os serviços de saúde durante a semana. Como as ações acontecem aos sábados, conseguimos alcançar esse público e oferecer atendimentos essenciais”. Ela também destacou os resultados de 2025, quando foram ofertados serviços como vacinação, exames preventivos para mulheres, testes rápidos, consultas médicas, dispensação de medicamentos, aferição de sinais vitais, atendimento odontológico e consultas ao SISREG. Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais o número de atendimentos.

Com o calendário definido, a Semades reforça o convite para que a população rural participe das ações e aproveite os serviços ofertados, reafirmando o compromisso do município com o desenvolvimento sustentável e a inclusão social.

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Anvisa proíbe venda de azeite e suspende doce de leite e sal grosso https://hml.mirantems.com.br/brasil/anvisa-proibe-venda-de-azeite-e-suspende-doce-de-leite-e-sal-grosso/ https://hml.mirantems.com.br/brasil/anvisa-proibe-venda-de-azeite-e-suspende-doce-de-leite-e-sal-grosso/#respond Mon, 26 Jan 2026 13:27:31 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3332 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação e consumo do azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras. De acordo com a Anvisa, o produto foi proibido por ter origem desconhecida, sendo vendido pela loja online Shopee. Além disso, explicou a agência, a empresa JJ-Comercial de Alimentos, que aparece no rótulo […]

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação e consumo do azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras. De acordo com a Anvisa, o produto foi proibido por ter origem desconhecida, sendo vendido pela loja online Shopee. Além disso, explicou a agência, a empresa JJ-Comercial de Alimentos, que aparece no rótulo do produto como sua importadora, foi extinta. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A empresa responsável pela marca Terra das Oliveiras não foi encontrada para posicionamento.

Sal grosso e doce de leite

A agência impôs restrições de comercializações do sal grosso da marca Marfim e do doce de leite da São Benedito. 

Fabricado pela empresa M Gomes Praxedes, o lote 901124 do sal grosso Marfim foi suspenso por ter reprovado no teste de teor de iodo, que foi considerado insatisfatório. De acordo com a Anvisa, o lote deve ser recolhido. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União.

Procurada pela Agência Brasil, a empresa M. Gomes Praxedes, responsável pela fabricação do sal Marfim, ressaltou que a determinação da Anvisa se refere especificamente a um lote, o 901124, que foi produzido no ano de 2024 e que já foi “devidamente rastreado, com medidas adotadas para segregação e recolhimento, conforme orientações dos órgãos competentes”. 

“Não se trata de uma suspensão generalizada  de todos os produtos da marca”, informou a empresa, em nota.

Ainda, segundo a empresa, após ter sido notificada pela Anvisa, iniciou o acompanhamento técnico e jurídico do caso e revisão e reforço dos procedimentos de iodação. Ela também informou ter feito uma verificação interna e complementar para identificação da causa do problema e implementação de melhorias. 

“A empresa orienta distribuidores, parceiros comerciais e consumidores que, em caso de posse do lote 901124, entrem em contato pelos canais oficias para receberem as orientações adequadas (troca, recolhimento e ou direcionamento conforme aplicável”, escreveu a empresa responsável pela marca Marfim. 

Já o doce de leite em pedaços da marca São Benedito, da empresa JF Indústria Comercio de Doces e Laticínios, com data de fabricação de 25 de junho de 2025, não poderá ser comercializado, distribuído e nem consumido. De acordo com a Anvisa,  o lote desse produto não estava identificado. Além disso, foi reprovado no teste de ácido sórbico, conforme publicado no DOU. O ácido sórbico é um conservante que tem o propósito de evitar que microrganismos causem deterioração dos alimentos.

Procurada pela Agência Brasil, a São Benedito informou que, assim que foi notificada, colaborou com os órgãos competentes e ajustou processos internos “para garantir que cada pote que chegue à sua mesa esteja 100% dentro dos padrões”, afirmou em nota.

A empresa disse ainda que “preza pela tradição” e destacou que “o uso do conservante serve justamente para evitar microrganismos e garantir um alimento seguro”. 

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Primeiro frigorífico das Américas dedicado ao Pangasius e impulsiona a aquicultura https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/primeiro-frigorifico-das-americas-dedicado-ao-pangasius-e-impulsiona-a-aquicultura/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/primeiro-frigorifico-das-americas-dedicado-ao-pangasius-e-impulsiona-a-aquicultura/#respond Sat, 17 Jan 2026 12:04:00 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3239 O município de Mococa sediou a inauguração do primeiro frigorífico das Américas voltado exclusivamente ao processamento do peixe Pangasius, marco considerado estratégico para o fortalecimento da cadeia produtiva da espécie no Estado de São Paulo. Durante a cerimônia, o secretário executivo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Edson Fernandes, ressaltou a importância […]

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O município de Mococa sediou a inauguração do primeiro frigorífico das Américas voltado exclusivamente ao processamento do peixe Pangasius, marco considerado estratégico para o fortalecimento da cadeia produtiva da espécie no Estado de São Paulo.

Durante a cerimônia, o secretário executivo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Edson Fernandes, ressaltou a importância da nova estrutura para o desenvolvimento da aquicultura paulista, destacando o potencial de geração de renda e o apoio aos pequenos produtores rurais. Conhecido no Brasil como filé de panga, o Pangasius é um peixe de água doce que vem conquistando espaço no mercado nacional em razão do sabor suave, da carne branca e da textura macia.

Segundo o assessor técnico de gabinete da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Luiz Ayroza, o mercado consumidor do Pangasius já está consolidado no país. Ele lembrou que, somente no ano passado, o Brasil importou cerca de 40 mil toneladas de filés da espécie, volume que poderia ser suprido pela produção nacional. Atualmente, a oferta interna ainda é insuficiente para atender à demanda, o que mantém o país dependente, principalmente, das importações oriundas do Vietnã. Em 2023, essas compras somaram aproximadamente R$ 500 milhões, de acordo com dados da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).

Com o objetivo de estimular a produção estadual, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo destinou R$ 5 milhões, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP). O frigorífico de Mococa foi construído pelo Grupo Colpani e será abastecido pela Cooperpanga, cooperativa formada por 40 produtores da região. Quando estiver em plena operação, a unidade deverá movimentar cerca de R$ 300 milhões por ano na economia local.

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Sorgo cresce forte na safrinha de MS e vira aposta estratégica com demanda das usinas de etanol https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/sorgo-cresce-forte-na-safrinha-de-ms-e-vira-aposta-estrategica-com-demanda-das-usinas-de-etanol/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/sorgo-cresce-forte-na-safrinha-de-ms-e-vira-aposta-estrategica-com-demanda-das-usinas-de-etanol/#respond Fri, 16 Jan 2026 13:45:46 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3227 O avanço rápido do sorgo na segunda safra em Mato Grosso do Sul mostra que a cultura deixou de ser apenas uma alternativa para momentos de aperto e passou a integrar, de forma planejada, as decisões econômicas do produtor rural. Em apenas cinco safras, a área cultivada no Estado saiu de pouco mais de 5 […]

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O avanço rápido do sorgo na segunda safra em Mato Grosso do Sul mostra que a cultura deixou de ser apenas uma alternativa para momentos de aperto e passou a integrar, de forma planejada, as decisões econômicas do produtor rural. Em apenas cinco safras, a área cultivada no Estado saiu de pouco mais de 5 mil hectares para perto de 400 mil hectares, um crescimento superior a 7.700%, conforme os levantamentos do SIGA (Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio), ferramenta gerida pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc em parceria com a Aprosoja.

De acordo com o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, esse movimento “não é casual, é estratégia”. Segundo ele, a leitura dos últimos dados sobre o sorgo deixa claro que o fator decisivo para a expansão da oleaginosa é o mercado, especialmente a demanda criada pelas usinas de etanol de milho instaladas no Estado.

As informações do SIGA apontam que a área plantada do sorgo em Mato Grosso do Sul passou de cerca de 5 mil hectares no início dos anos 2020 para quase 400 mil hectares na safra 2024/2025. Esses dados convergem com os números da Conab e do IBGE, que mostram o fortalecimento da cultura ao longo da década, mas é o SIGA que evidencia, com mais precisão espacial e recorte por safra, a velocidade e a distribuição desse crescimento dentro do território sul-mato-grossense.

A virada mais clara acontece a partir da safra 2021/2022, quando os dados do SIGA mostram o sorgo começando a ocupar áreas maiores e a ganhar escala rapidamente. Depois de ajustes naturais, a cultura volta a avançar com força na safra 2024/2025, praticamente dobrando de tamanho.

Para Verruck, esse comportamento confirma que o sorgo deixou de ser uma solução pontual e passou a fazer parte do planejamento da safrinha, sobretudo em áreas com janela curta após a soja, maior risco climático e necessidade de reduzir perdas produtivas e financeiras.

Na avaliação do sacretário, a consolidação das usinas de etanol de milho foi determinante para essa mudança. “Embora o sorgo sempre tenha sido conhecido pelo produtor, sua expansão era limitada pela falta de demanda estruturada. Isso mudou quando as indústrias passaram a firmar contratos de compra, garantindo previsibilidade, escala e segurança econômica”, afirma. A leitura, segundo ele, mostra a expansão contínua da área plantada a partir do momento em que o mercado passou a dar sustentação à cultura.

Conforme os dados do SIGA, na safra mais recente, cerca de metade de toda a área de sorgo de segunda safra no Estado concentrou-se em dez municípios, com destaque para Ponta Porã e Maracaju, seguidos por Bonito, Bela Vista e Sidrolândia. O desenho territorial indica que o sorgo avança justamente em regiões onde o milho enfrenta maiores limitações climáticas ou de janela de plantio, funcionando como instrumento de gestão de risco.

Para o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, o SIGA mostra que o sorgo vem se firmando ao longo dos anos como alternativa viável para a segunda safra. “Por ser uma cultura mais resistente às intempéries climáticas e a problemas sanitários, o sorgo se encaixa melhor em áreas marginais, onde o milho teria mais dificuldade”, explica.

Beretta acrescenta que os dados do SIGA ajudam a demonstrar como a entrada das usinas de álcool de cereais mudou a lógica do plantio. Com mercado garantido, contratos de compra e estrutura de armazenagem disponíveis, entraves históricos da cultura foram superados. “Essas condições, que antes eram obstáculos, hoje dão segurança ao produtor para investir no sorgo”, avalia.

No cenário nacional, as projeções indicam que o Brasil deve ultrapassar 6,6 milhões de toneladas de sorgo na safra 2025/2026, com Mato Grosso do Sul ocupando a quarta posição entre os maiores produtores, conforme levantamento da Conab divulgado em dezembro de 2025.

Para o secretário Jaime Verruck, o caso do sorgo no Estado mostra que quando há mercado, contratos e visão de longo prazo, a produtividade cresce, o risco diminui e o desenvolvimento se consolida. Nesse contexto, as usinas de etanol de milho cumprem papel estratégico ao integrar produção agrícola, bioenergia e sustentabilidade, fortalecendo cadeias locais e ampliando o uso eficiente do solo.

Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc

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Programa Frango Vida fortalece avicultura e estimula projeto de escola avícola em MS https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/programa-frango-vida-fortalece-avicultura-e-estimula-projeto-de-escola-avicola-em-ms/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/programa-frango-vida-fortalece-avicultura-e-estimula-projeto-de-escola-avicola-em-ms/#respond Fri, 19 Dec 2025 13:22:54 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=3052 O Programa Frango Vida, do Governo de Mato Grosso do Sul, que já destinou mais de R$ 66 milhões em incentivos para a retomada e expansão da avicultura estadual, começa a gerar novos desdobramentos no setor, entre eles a demanda crescente por qualificação de mão de obra. Com a ampliação de projetos de novos aviários […]

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O Programa Frango Vida, do Governo de Mato Grosso do Sul, que já destinou mais de R$ 66 milhões em incentivos para a retomada e expansão da avicultura estadual, começa a gerar novos desdobramentos no setor, entre eles a demanda crescente por qualificação de mão de obra. Com a ampliação de projetos de novos aviários e a necessidade de modernização da atividade, a Câmara Setorial da Avicultura e as associações de avicultores propuseram ao governador Eduardo Riedel a criação de uma Escola Avícola, voltada à capacitação de trabalhadores e à formação de novos profissionais para o setor.

A proposta foi entregue ao governador no último fim de semana, durante a Exposidrolândia, pelos diretores da Avimasul e da Avisidro. A iniciativa surge em um momento estratégico para a avicultura sul-mato-grossense, impulsionada pelo ambiente favorável criado pelas políticas públicas estaduais, especialmente o PROAPE – Programa de Avanços da Pecuária, que inclui o incentivo Frango Vida.

Segundo o produtor Adroaldo Hoffmann, a ideia nasceu com foco na sucessão geracional e no fortalecimento da participação dos jovens na atividade. “Em Sidrolândia, já desenvolvemos um trabalho voltado à sucessão, com o envolvimento da associação local. Na Câmara Setorial, ampliamos esse incentivo aos jovens, e daí surgiu a proposta de criar uma estrutura permanente de formação profissional”, explicou.

O Projeto

O projeto contou com o apoio do SENAR e teve como referência visitas técnicas ao aviário-escola de Assis Chateaubriand (PR). A proposta foi debatida na Câmara Setorial e apresentada formalmente ao governador. “Levamos um vídeo explicativo e convidamos o Governo do Estado e os parlamentares a somarem esforços. O governador demonstrou sensibilidade à proposta, e os deputados se comprometeram a destinar emendas parlamentares de R$ 100 mil cada. O prefeito também sinalizou com uma doação de R$ 100 mil. Com esses recursos, será possível construir e equipar o aviário-escola”, destacou Hoffmann.

Frango Vida fortalece a cadeia produtiva

Grande parte desse novo momento vivido pela avicultura estadual é atribuída ao PROAPE, implementado pelo Governo do Estado em 2023. O programa estabelece critérios técnicos, ambientais e sanitários para acesso aos incentivos, promovendo a modernização das granjas, o reinvestimento produtivo e a adoção de boas práticas. Atualmente o programa conta com 314 cadastros aprovados e 159.289.468 animais abatidos no Estado.

“O incentivo não é apenas financeiro. Para acessar o Frango Vida, o produtor precisa cumprir requisitos ambientais, sanitários e estruturais. Isso eleva o padrão da atividade, fortalece a segurança alimentar e dá sustentabilidade à cadeia produtiva”, explicou o gestor de avicultura da Semadesc, Rubens Mello.

Esse ambiente de segurança e previsibilidade tem sido determinante para estimular a permanência dos jovens no campo. “Quando o produtor tem condições de investir, resolver gargalos sanitários e ambientais e planejar o futuro, muda a forma de enxergar o negócio. Isso gera confiança e abre espaço para novas ideias, como o aviário-escola”, completou.

Sidrolândia lidera produção estadual

Atualmente, Sidrolândia se consolida como o maior polo produtor de aves de Mato Grosso do Sul, com produção diária estimada em 210 mil frangos. Considerando também o polo de Dourados, o Estado registra cerca de 500 mil aves abatidas por mês, totalizando aproximadamente 180 milhões de aves por ano.

Para Hoffmann, a criação da escola avícola pode representar um marco para o setor. “Hoje, cerca de 90% dos trabalhadores aprendem na prática, dentro das empresas. A formação profissional estruturada é um dos grandes desafios da avicultura, e essa iniciativa vem justamente para preencher essa lacuna”, afirmou.

O Frango Vida, ao promover a modernização, a qualificação e a sustentabilidade da produção, reforça o papel do Governo do Estado como indutor do desenvolvimento econômico. “Ao fomentar a adoção de novas tecnologias, atrair investimentos e incentivar a sucessão familiar, o programa consolida a avicultura como uma atividade estratégica para Mato Grosso do Sul”, concluiu.

Rosana Siqueira, da Semadesc

Fotos – Arquivo

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Com apoio do Governo de MS, Sidrolândia realiza exposição agropecuária https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/com-apoio-do-governo-de-ms-sidrolandia-realiza-exposicao-agropecuaria/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/com-apoio-do-governo-de-ms-sidrolandia-realiza-exposicao-agropecuaria/#respond Thu, 11 Dec 2025 18:10:14 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=2614 Com destaque para produção de milho e soja, além de ser um importante polo da avicultura e da suinocultura, o município de Sidrolândia realiza a 26ª Expo Sidrolândia. O governador Eduardo Riedel participou ontem (9) da abertura do evento, que segue até domingo (14) e tem o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso […]

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Com destaque para produção de milho e soja, além de ser um importante polo da avicultura e da suinocultura, o município de Sidrolândia realiza a 26ª Expo Sidrolândia. O governador Eduardo Riedel participou ontem (9) da abertura do evento, que segue até domingo (14) e tem o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

“Esta exposição representa bem o que aconteceu no nosso Estado. O nível de tecnologia presente nas máquinas, no conhecimento, na informação, retratado de tudo que viveu a produção agropecuária, a profissionalização do produtor. O resultado é crescimento muito superior à média brasileira, e isso gera oportunidade de emprego, renda, desenvolvimento, conhecimento. Isso é dedicação, é comprometimento de milhares de empreendedores que estão fazendo as coisas acontecerem”, disse Riedel.

A produção de milho em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 1,17 milhões de toneladas, em 180,99 mil hectares, e produtividade média de 108,58 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o segundo maior produtor estadual de milho, ficando atrás apenas de Maracaju (1,84 milhões de toneladas).  

A produção de soja em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 816 mil de toneladas, em 276,82 mil hectares, e produtividade média de 49,16 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o terceiro maior produtor estadual de soja, atrás apenas de Maracaju (1,56 milhões) e Ponta Porã (1,03 milhões).

O secretário Rodrigo Perez (Segov) e a primeira-dama Mônica Riedel, também participaram da abertura da exposição juntamente com outras lideranças do Estado.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm / Secom

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Com apoio do Estado e ambiente positivo, citricultura de MS avança https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/com-apoio-do-estado-e-ambiente-positivo-citricultura-de-ms-avanca/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/com-apoio-do-estado-e-ambiente-positivo-citricultura-de-ms-avanca/#respond Thu, 11 Dec 2025 18:06:25 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=2611 Com ambiente positivo e próspero de negócio, Mato Grosso do Sul avança como nova fronteira agrícola da citricultura no Brasil. Estado dispõe de vários fatores positivos, como clima e fiscalização efetiva. Para expandir e consolidar este cenário, o governador Eduardo Riedel participou nesta quinta-feira (11) do 1º MS Citrus Summit – A Nova Fronteira da […]

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Com ambiente positivo e próspero de negócio, Mato Grosso do Sul avança como nova fronteira agrícola da citricultura no Brasil. Estado dispõe de vários fatores positivos, como clima e fiscalização efetiva. Para expandir e consolidar este cenário, o governador Eduardo Riedel participou nesta quinta-feira (11) do 1º MS Citrus Summit – A Nova Fronteira da Citricultura. O evento em Três Lagoas reúne produtores, especialistas e profissionais que trabalham no setor.

Com mais de 15 mil hectares já em produção e cerca de 7 milhões de mudas implantadas no Estado, a citricultura está em pleno avanço no Mato Grosso do Sul, com o apoio do Governo do Estado, que apresenta um ambiente positivo de negócio, com investimentos efetivos em logística, infraestrutura e fiscalização.

“Uma oportunidade que começa quase do zero, que vamos fazer bem feito para fazer dar certo. Colocar todos os nossos esforços para expandir esta nova fronteira agrícola. O que buscamos é adquirir confiança para atrair grandes investimentos. Com seriedade e responsabilidade, este é o nosso maior ativo”, afirmou o governador.

Riedel destacou a importância do evento que vai discutir o cenário atual da citricultura e as perspectivas do futuro. “Temos grandes desafios, que hoje seja um excelente dia de trabalho com reuniões e discussões sobre o setor. São oportunidades como esta que temos que usar para nivelar conhecimento. Podemos caminhar juntos em um setor que gera muito emprego e renda e pode abrir oportunidades a nossa gente”.

Atualmente já estão planejados mais de 40 mil hectares em novos projetos para os próximos anos, consolidando a cultura como uma das principais apostas do agronegócio estadual para diversificação econômica, geração de renda e atração de investimentos.

O evento voltado para citricultura é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). O objetivo é ampliar o debate e construir estratégias para o desenvolvimento sustentável desta cadeia produtiva.

As atividades começaram no dia 10 de dezembro e seguem até o final desta quinta-feira. Entre as atrações teve capacitação técnica, troca de experiências, atualizações sobre o ramo, inclusive sobre fiscalização, assim como ações de fortalecimento da defesa sanitária, elemento fundamental para evitar a ocorrência de pragas e principalmente da doença de “greening”, que destruiu pomares no Brasil e em diversos países.

A programação ampliará o debate para aspectos estratégicos, produtivos, mercadológicos e ambientais do setor, com discussão inclusive sobre o ambiente regulatório e a posição do Estado nesta nova fronteira agrícola.

Cenário positivo

Mato Grosso do Sul ainda não está entre os principais produtores de laranja do Brasil, no entanto é um estado em plena ascensão na produção. Nos últimos anos chegaram grandes investimentos no setor, entre eles a produção do grupo Cutrale, um dos maiores do mundo, que estão plantando laranja em Sidrolândia, com previsão de atingir até 8 milhões de caixas por safra quando os pomares entrarem em plena produção.

Entre outros grupos que investem nesta área no Estado aparecem a Cambuy, Frucamp, Agro Terena, Citrosuco, Grupo Junqueira Rodas e diversos produtores independentes. Entre os fatores que explicam a vinda ao Estado está a disponibilidade de terras, clima favorável, logística estratégica, ambiente regulatório estável e a “tolerância zero” a doenças como a de greening.

A expectativa é que Mato Grosso do Sul já ultrapasse a marca de 15 mil hectares plantados e mais de 40 mil em implantação, distribuídos em municípios como Sidrolândia, Campo Grande, Terenos, Ribas do Rio Pardo, Dois Irmãos do Buriti, Aparecida do Taboado, Cassilândia, Três Lagoas, Bataguassu, Paranaíba, entre outros.

“Rapidamente trouxemos ao Estado os principais players do setor e conseguimos juntos estruturar nossos órgãos, com ampla capacitação, fiscalização e orientação. Promover Mato Grosso do Sul como nova fronteira da citricultura brasileira. Trabalhar para atrair mais investimentos”, afirmou o secretário da Semadesc, Jaime Verruck.

Para o diretor executivo da Fundecitrus, Juliano Aires, Mato Grosso do Sul tem uma oportunidade única para alavancar no setor.

“Tem ótimas condições do clima, solo, isolamento, tendo desde o primeiro dia o apoio incondicional do Governo. Extremamente favorável para ter uma citricultura top no mundo, com alta produtividade e uma laranja na condição premium”.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto: Álvaro Rezende/Secom

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Encontro Web destaca avanços e oportunidades da Plataforma Mapa Conecta https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/encontro-web-destaca-avancos-e-oportunidades-da-plataforma-mapa-conecta/ https://hml.mirantems.com.br/agronegocio/encontro-web-destaca-avancos-e-oportunidades-da-plataforma-mapa-conecta/#respond Wed, 10 Dec 2025 18:29:17 +0000 https://hml.mirantems.com.br/?p=2499 O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, nesta terça-feira (9), um Encontro Web sobre a Plataforma Mapa Conecta, reunindo representantes do setor produtivo, startups, investidores e ambientes de inovação. A abertura contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Rural, Marcelo Fiadeiro, que reforçou o compromisso da Pasta com o fortalecimento da cultura de […]

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, nesta terça-feira (9), um Encontro Web sobre a Plataforma Mapa Conecta, reunindo representantes do setor produtivo, startups, investidores e ambientes de inovação. A abertura contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Rural, Marcelo Fiadeiro, que reforçou o compromisso da Pasta com o fortalecimento da cultura de inovação no agro.

Resultado de uma parceria entre o Mapa e o Serpro, a Plataforma Mapa Conecta foi criada para oferecer um ambiente virtual que facilite a interação entre agtechs, foodtechs, investidores e hubs de inovação, impulsionando o desenvolvimento de tecnologias voltadas às cadeias produtivas agropecuárias.

Durante o encontro, Fiadeiro destacou que o Mapa Conecta representa uma política de inovação aberta e colaborativa. “Queremos ouvir quem está desenvolvendo tecnologia no campo e construir uma plataforma que evolua continuamente a partir das necessidades reais do setor”, afirmou.

Ao longo da transmissão, foram apresentadas as principais funcionalidades da ferramenta, seu papel como ponte entre agentes de inovação e as perspectivas para as próximas atualizações. O evento também abriu espaço para esclarecimento de dúvidas e para que participantes apresentassem sugestões de aprimoramento do ambiente digital.

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